Estaleiro e Estaleirinho, onde o Plano Diretor limita as construções a três pavimentos, entram no radar do alto luxo
As praias do Estaleiro e do Estaleirinho, em Balneário Camboriú, seguem o caminho oposto ao da Praia Central, uma das mais verticalizadas do país. Ali, o Plano Diretor limita os prédios a três pavimentos, e essa regra transformou a região em alvo de investidores de alto luxo.
Um exemplo é o Ená, projeto frente-mar na Praia do Estaleiro, assinado por Jayme Bernardo. Uma unidade de 579 m² com piscina privativa está anunciada por cerca de R$ 33,1 milhões, e o valor do metro quadrado, em alguns casos, pode ultrapassar R$ 100 mil.
Baixa densidade como diferencial
Com Mata Atlântica preservada e regras restritivas de ocupação, a costa sul da cidade se tornou uma das áreas mais raras do mercado imobiliário catarinense. O Ená aposta em um modelo exclusivo, com poucas unidades e forte integração com a paisagem, voltado a quem busca privacidade e contato direto com o mar.
O que pesa na valorização
A combinação de pé na areia, natureza preservada e proximidade com Balneário Camboriú e Itapema ajuda a mudar a percepção da região. Como existe um limite físico e urbanístico para novos projetos, a oferta tende a continuar escassa, e é essa escassez que costuma sustentar a valorização de imóveis e terrenos ao longo do tempo. Nesse cenário, a compra de terrenos também pode abrir espaço para futuras negociações de permuta com incorporadoras.
Poucos lugares reúnem natureza preservada, limite construtivo e acesso rápido a duas das cidades mais valorizadas do país. Se você quer entender como funciona esse mercado de raridade no Estaleiro e no Estaleirinho, entre em contato com nossa equipe.